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sábado, 1 de dezembro de 2007

EEAD - Atividade 6: Dificuldades e Estratégias


Conheça as suas Dificuldades e encontre Estratégias para lidar com elas.

Caro aluno,


A partir do levantamento das condições nas quais vocês estudam, outros fatores que dizem respeito às condições internas de estudo também tenderão a ficar mais em evidência para você. Assim que você começar a se lembrar de aspectos de seu estudo que são mais subjetivos, tente registrar em seu diário de bordo, pois esse levantamento te será útil na hora de você pensar estratégias e de construir o seu plano de estudos.


Passo 1 - Leia em nosso glossário, a lista de dificuldades mais freqüentes, tente fazer um levantamento daquelas condições internas que podem ajudar ou prejudicar o seu estudo.
Leia, identifique, se identifique, reconheça, se reconheça nas diferentes dificuldades que estão relatadas no texto "dificuldades mais freqüentes".


Passo 2 - Desenvolva em seu Diário de Bordo o seu inventário de dificuldades, um relato que reflete como você se sente ao estudar, com quais dificuldades você luta todas os dias ao tentar dar andamento aos seus estudos.


Em seu Diário de Bordo responda às seguintes perguntas:


a) Que aspectos facilitam ou facilitariam mais a sua aprendizagem? Faça uma lista.


Facilitam:

Quando os assuntos são em pauta no curso são interessantes
Tutores receptivos e participativos
Conseguir um emprego estável
Organização nos estudos
Ambiente tranqüilo, destinado apenas aos estudos
Ter um PC em casa
Ter boa desenvoltura em informática
Ter alguns livros didáticos em casa
Ter minha companheira fazendo o mesmo curso

Facilitariam:


Assuntos menos repetitivos
Ter condições de freqüentar o pólo
Situação financeira estabilizada
Carga menor de fóruns e atividades
Conexão com a Internet ilimitada e mais rápida
Poder aumentar a memória do PC para ganhar agilidade
Poder imprimir alguns materiais
Poder freqüentar bibliotecas
Se minha companheira tivesse uma carga horária menor no trabalho


b) Quais fatores entre os acima descritos você considera imprescindíveis para o seu processo de aprendizagem? Descreva ou desenhe seu ambiente e a sua rotina habitual de estudos.


No momento, conseguir um emprego, pois isso traria estabilidade e, conseqüentemente, mais tranqüilidade para me dedicar aos estudos e aos demais aspectos da minha vida.


c) No texto "inventário de dificuldades" listamos aquelas que são mais freqüentes e comuns para quem estuda. Em alguma delas você chegou a pensar que ele estava falando de você?


Sim. Principalmente, essas: falta de dinheiro, ansiedade, nervosismo e achar a matéria chata.


d) Descreva aqui com quais dificuldades do "inventário de dificuldades" você se identificou, em que situações e qual a freqüência com que elas aconteceram ou acontecem.


Bem, como mencionei, meu desemprego prolongado tem sido a fonte de todos os meus problemas. Por causa dele estou sem dinheiro para gerir com tranqüilidade o meu orçamento doméstico, isso me causa nervosismo e ansiedade. Também por conta dessa instabilidade financeira, não tenho uma conexão melhor com a Internet, não posso aumentar a memória do PC, não posso comprar cartuchos para a nossa impressora, etc. Adicionalmente, estou sem condições de freqüentar o pólo, coisa que eu gostaria muito de fazer. Especificamente com relação ao curso, algumas matérias são repetitivas ou não me interessam, o que acaba me desestimulando um pouco.


Escolha três dificuldades que você identificou em você que causam dano ao estudo. Depois selecione no texto "Estratégias de Estudo" aquelas dicas e técnicas que você incorpora à sua forma de estudar para reduzir as dificuldades que você relatou. Registre em seu diário de bordo e tb no nosso fórum as estratégias que você selecionou para si respondendo às seguintes perguntas:


a) você chegou a aplicar as estratégias em seu cotidiano de estudos? como foi o resultado? Obteve melhorias imediatas ou só vai obter ao longo do tempo?


Não, porque nenhuma delas trata especificamente dos problemas que tenho enfrentado. Não me falta motivação, nem auto-confiança, não estou fatigada, enfim, a única coisa que preciso é de estabilidade financeira.


b) você adaptou as estratégias para as suas próprias necessidades e estilos pessoais antes de usá-las?


Resposta acima.


c) você ponderou sobre as vantagens e desvantagens de cada método de estudo escolhido? Eles podem ser modificados, ser variados, combinados, de acordo com as condições pessoais. As estratégias vão funcionar melhor de acordo com as preferências e facilidades de cada um.


A metodologia corrente é adequada para mim.

sábado, 24 de novembro de 2007

DB - Perguntas desencadeadoras de reflexão




Nessa etapa, estou focando no meu vínculo com o curso de Licenciatura em Artes, procurando projetar aqui as experiências expressivas e criativas que desejo desenvolver neste curso e em como eu espero contribuir profissionalmente após a sua conclusão. Foram colocadas para os cursistas algumas perguntas desencadeadoras de reflexão, as quais eu respondo abaixo:

1. Quais são suas expectativas de aprendizagem e de formação profissional nesse curso que se inicia?


São grandes as minhas expectativas, tanto pessoais quanto profissionais, em relação a esse curso. Adoro a Arte em todas as suas expressões. Não sou uma artista, é bem verdade, mas uma apreciadora das Artes: sou cinéfila, ávida leitora e não posso viver sem música (em casa, temos mais de 300 CDs!). Meu gosto é eclético, tanto para a leitura quanto para a música e o cinema. Também sou o que se chama de uma “moça prendada” (rs) e adoro trabalhar com artesanato, já fiz várias coisas nesse sentido, mas, já há alguns anos, não tenho me dedicado ao trabalho manual.


Porém, o meu maior objetivo quando prestei o vestibular para Licenciatura em Artes Visuais foi profissional. Este é o primeiro passo para uma virada profissional na minha vida: quero ser uma Arte-educadora!

Trabalhei durante anos como secretária executiva trilíngüe e, mais recentemente, atuava na área de coordenação de eventos e projetos na área de Responsabilidade Social Empresarial de uma grande distribuidora de energia elétrica. Porém, ao perder o emprego no final de 2005, as coisas ficaram bem complicadas para mim. Todos sabemos que, infelizmente, o empresariado brasileiro não valoriza o conhecimento e a experiência de vida dos profissionais mais maduros. Aos 42 anos, sinto essa realidade como uma navalha na carne. É como se eu tivesse atravessado um portal e, de um perfil de alta empregabilidade, passei a receber outros rótulos, bem menos lisonjeiros.

Decidi, então, não mais apostar todas as minhas fichas na iniciativa privada e tentar uma nova profissão. Não creio que seja tarde, aliás, nunca é tarde para se tentar o que quer que seja, desde que tenhamos força e determinação.



2. Procure expressar aqui quais são os seus ideais, o que você deseja fazer, aprender, como você deseja se desenvolver dentro do curso.


Apesar de ter como principal objetivo a formação profissional, essa graduação não significa, para mim, apenas um canudo de papel ao fim de 4 anos. Quero muito mais do que isso! Quero fazer a melhor graduação possível, aproveitar ao máximo toda a transferência de conhecimento que meus professores se dispuserem a fazer e ir além: buscar todas as outras fontes do saber que estiverem ao meu alcance, pois quero me tornar uma Educadora de excelência, capaz de fazer a diferença para meus futuros alunos. Afinal, pensar grande e pensar pequeno leva o mesmo tempo...



3. Reflita sobre o que o levou a estudar no curso de Licenciatura em Artes a distância.


Na verdade, já acompanho a EaD faz algum tempo. A primeira vez que pensei em ingressar num curso nessa modalidade foi quando o MIT resolveu disponibilizar ao público o conteúdo de seus cursos superiores, entretanto, não havia um acompanhamento ou mesmo uma troca de idéias com professores ou outros alunos, além disso, não implicava certificado de conclusão do curso, e isso me desestimulou.

O que me levou a prestar o vestibular para a UnB/UAB foi a oportunidade que se apresentou. Fiquei sabendo da implantação do pólo universitário logo depois de me mudar para Itapetininga e, dentre os cursos oferecidos (não só pela UnB, mas também pela UFSCAR) foi com o de Artes Visuais que mais me identifiquei.



4. Relate se você já parou para pensar sobre o que espera concretizar ao final do curso.


Sou muito comprometida com tudo aquilo que me proponho a fazer, além disso, fazer este curso está sendo um enorme prazer, pois sempre gostei de estudar. Devo muito disso a alguns mestres maravilhosos que passaram pela minha vida escolar: pessoas iluminadas, cuja vocação era inequívoca.

Gostaria dar a minha contribuição à sociedade me tornando uma profissional bem qualificada, e que eu possa ser uma referência para os meus futuros alunos, como alguns professores que tive se tornaram para mim.

Ser um bom educador vai muito além do domínio da disciplina. Tecnicidade é importante, mas não é o primordial. Na verdade, os bons educadores, além de dominarem sua área do conhecimento, prestam muita atenção ao processo de ensino-aprendizagem. Alunos são pessoas, com seus sentimentos, suas incertezas, seus altos e baixos, e é importante humanizar a educação. Se você está desconectado do contexto, da realidade vivida pelos seus alunos, está desconectado deles, não haverá troca, alunos e professor não falarão a mesma língua, e isso certamente causa uma importante fissura no processo da educação. Por isso, os aspectos pedagógicos e relacionais envolvidos na minha formação como educadora são muito importantes para mim.

Só a Educação será capaz de mudar a face deste país, tão desigual, e terei muito orgulho em fazer parte dessa revolução!


5. O que você espera ou deseja desenvolver depois do curso, em termos de projetos expressivos?


Ainda não tenho muito bem delineados os projetos que pretendo desenvolver após terminar o curso. A única certeza que tenho, nesse momento, é que não pretendo parar de estudar com a graduação, quero ainda fazer pós-graduação, mestrado e, quem sabe, até o doutorado. Tudo vai depender das oportunidades que se apresentarem.



6. Descreva projetos de longo ou médio prazo que já passaram pela sua cabeça.


No médio prazo, pretendo dar aulas de Arte, primeiro como professora eventual (ou substituta). Depois de formada, como professora efetiva. Os projetos de longo prazo ainda não estão nítidos para mim. Acho que terei de me aprofundar mais no curso para poder decidir o que posso fazer, em termos de projetos futuros.



7. Descreva que técnicas, métodos, mídias e linguagens mais chamaram a sua atenção e despertaram a sua criatividade.


Não tenho ainda subsídios para responder essa pergunta com segurança, porém, gosto muito das mídias digitais; gostaria de saber manipular programas de tratamento de imagens (Photoshop, Corel Draw, etc.), de aprender mais sobre técnicas de fotografia. Também me interessam a escultura e a pintura.


8. Com que pessoas você se identifica, com que obras e textos você se identifica ou te causam estranhamento? Por quê?


Eu me identifico muito com os artistas mais controversos, os que tomam atitudes polêmicas, como Salvador Dalí, Frida Kahlo, Pablo Picasso, Cazuza, Renato Russo, Cássia Eller. Causa-me estranhamento as obras não me tocam, os artistas que, na minha opinião, não têm expressividade (Andy Warhol, por exemplo). Também não me identifico com as correntes pictóricas clássicas (ex: Barroco, Realismo, Romantismo, etc.), apesar de admitir sua qualidade estética e reconhecer a técnica apurada com que as obras foram feitas, elas não me encantam. E arte, antes de mais nada, é encantamento.



9. Quais artistas você considera que ultrapassam ou ultrapassaram o seu próprio limite? Que padrões de pensamento você já superou durante a sua trajetória no curso?


Todos os artistas que apontei na resposta anterior, na minha opinião, ultrapassaram limites; tornaram-se formadores de opinião – embora fossem extremamente controversos (ou até por causa disso) – e brilhantes em suas épocas e áreas de atuação. Quando à superação de padrões de pensamento na trajetória do curso, creio que seja ainda muito cedo, terei de dar tempo ao tempo e avançar no curso para fazer essa reflexão.


8) Como foi o processo de questionamento e de quebra do padrão de pensamento que você trazia quando entrou no curso? Você chegou a expressar essa quebra na sua produção artística?


Bem, eu não produzo arte... ainda! Então, não posso opinar a respeito. Porém, houve uma quebra de padrão de pensamento com relação ao EaD. Como até então eu só havia ingressado em cursos presenciais, não tinha muita idéia de como seria e, realmente, minha visão sobre o assunto mudou bastante. Não imaginei que seria tão dinâmico e, especialmente, que exigisse tanto do aluno, mas, vejo isso de forma positiva, pois gosto de desafios e sinto-me estimulada intelectualmente pelas propostas apresentadas até aqui.

Diagnóstico Contextual dos Estudos



Fomos convidados pela tutora de Estratégias de Ensino e Aprendizagem s Distância a relatar nossos hábitos de estudo, descrever o local onde estudamos, além de outras particularidades ligadas ao tema. Coloco aqui as respostas para algumas dessas reflexões:

I. Diagnóstico dos fatores externos ao estudo

1. Você tem um padrão na forma como você costuma estudar? Descreva em seu Diário de Bordo os elementos que freqüentemente são mais determinantes na sua disposição para o estudo. Tente reconhecer que fatores que o estimulam ou desestimulam mais no processo de estudo.
Sim, sigo um padrão na hora de estudar. Preciso de isolamento, de silêncio, de estar bem alimentada, de local apropriado (mesa, cadeira) com boa luminosidade e de abstrair problemas ou outros fatores que me desconcentrem. Quando estou desconcentrada, aliás, prefiro dar um tempo, pois a minha absorção, nessas condições, é nula. Todos os fatores expostos no modelo proposto influenciam o meu processo de aprendizagem. Entretanto, com maior ou menor impacto, por isso, eu os enumero abaixo, em ordem de importância:

1º) Emocionalidade (a oportunidade de fazer as coisas ao meu próprio modo);

2º) Ambiente imediato (local adequado, silêncio, boa luminosidade);

3º) Características fisiológicas (níveis de energia de acordo com a hora do dia, necessidade de comer);

4º) Preferências sociológicas (querendo variedade ao contrario de padrões e rotinas);

5º) Inclinações de processamento cognitivo.

II. Diagnóstico da organização do Espaço de Estudos

a) Que espaços da sua casa você costuma usar como seu ambiente de estudo? Eles são fixos ou são itinerantes?

Prefiro o escritório que montamos em casa, é uma sala retangular com um bom espaço, contígua ao meu quarto. Ainda não está muito organizado, pois precisamos de algumas prateleiras para melhor acomodar os livros. São aproximadamente uns 150 volumes: parte deles está em uma pequena prateleira improvisada, a maior parte está sob a mesa do PC, que tem alguns nichos e alguns – os menos utilizados – ainda estão em caixas. Aliás, não faltam caixas nesse espaço, pois, após a mudança, não tivemos onde colocar algumas coisas que trouxemos de São Paulo. Também precisamos de um armário vertical com pelo menos 2 portas e algumas prateleiras internas para organizar outros itens tais como: papelaria, documentos, etc.
Sobre a mesa estão: um aparelho de telefone, o monitor, a CPU, mouse, teclado e 2 porta- canetas. A cadeira é giratória e tenho uma pequena mesa de apoio ao lado, onde ponho os livros que estou utilizando no trabalho, caderno para anotações, dicionário, etc., pois não sobre espaço sobre a mesa do PC para colocar mais objetos ou escrever.

b) Eles são adaptados para as suas necessidades (silêncio, isolamento, luminosidade, mobília adequada, organização) ou é você que se adapta ao espaço que tem múltiplas funções (sofá da sala, mesa da cozinha, chão frio da varanda)?
Sim. O local é bem arejado, tem boa luminosidade natural (2 janelas), à noite utilizo uma luminária vertical. É silencioso e isolado do restante da casa, fica na parte superior do sobrado, onde existe apenas o nosso quarto, um banheiro, o escritório e uma varanda grande. Raramente, uso a mesa da cozinha, mais quando preciso escrever muito.
c) Que espaço da casa você pensa em escolher para ser o seu ambiente de estudo permanente? Você vai precisar fazer algumas modificações para organizar esse ambiente de acordo com as suas necessidades pessoais?

Pretendo continuar utilizando o escritório e fazer algumas melhorias apontadas na resposta do item A.

d) Desenhe em seu Diário de Bordo o mapa do seu local de estudos. Faça dois desenhos, o primeiro mostra como ele está atualmente. O segundo mostra como você precisa que ele seja, escreva ao lado como essas mudanças podem ajudá-lo a estudar melhor, exemplo: desligar o telefone ou o celular enquanto estuda, tirar a TV do quarto, colocar uma luminária de mesa etc.



Este é o layout atual do escritório que é o meu espaço fixo de estudos. Não fiz um segundo desenho do layout desejado porque, na verdade, o espaço já é adequado para a sua finalidade. Eu apenas gostaria de retirar as caixas e, em seu lugar, colocar algumas prateleiras e um armário vertical de 2 portas, para acondicionar o que está dentro dessas caixas. O resto fica como está.

domingo, 18 de novembro de 2007

Aprendizagem na Educação à Distância

Este blog também é um espaço onde vou colocar algumas reflexões e tarefas propostas pelos nossos tutores das discilpinas: FC - Fundamentos do Curso; EEAD - Estratégias de Ensino e Aprendizagem à Distância e LPT - Leitura e Produção de textos.


Aprendizagem na EaD





EEAD - Questões para serem respondidas no Diário de Bordo



1. Para se contar com os inúmeros benefícios da educação presencial, sacrificamos, na maior parte das vezes, a diversidade de modos e ritmos de aprendizagem que existem em uma turma de alunos. Como você percebe essa questão?

Embora seja a esta a primeira vez que faço um curso à distância, tenho apreciado muito a sua dinâmica, pois a questão do ritmo de aprendizagem é fundamental para mim. Por isso,desde que tive, já há alguns anos, contato com a possibilidade da EaD (na época ainda em estágio bastante embrionário no Brasil) me tornei uma entusiasta da modalidade. Entretanto, havia – e acredito que ainda há, porém em menor escala – um preconceito muito grande acerca da EaD, o que, de certa forma, me desestimulava a adotá-la.

Agora que efetivamente estudo nessa modalidade, minhas impressões iniciais se confirmaram: cai como uma luva para mim. Gosto de ter o meu próprio ritmo de aprendizagem, de poder condicionar o estudo ao momento em que me sinto preparada, no horário que mais me convém; aprecio muito especialmente a flexibilidade de transitar entre as meterias e me dedicar a elas de acordo com o meu maior ou menor interesse (não querendo dizer, com isso, que ignore qualquer assunto, mesmo que não esteja no alto da minha escala de interesse). Ou seja, a EaD, para o meu estilo, é perfeita!


2. Esta mudança do ambiente físico (presencial) para um ambiente “mediado” oferece ao aluno uma maior flexibilidade para transitar por estas “aulas” ou lições de uma forma não necessariamente linear, que seja mais afeita às suas próprias necessidades, ritmos e estilo pessoal de aprendizagem. Como você vê essa questão?

Como já mencionei, gosto muito dessa flexibilidade. Entretanto, para um bom aproveitamento, é necessária uma boa dose de disciplina por parte do aluno da EaD. Concordo plenamente com o que foi dito no texto de apresentação: a modalidade presencial acaba condicionando os alunos a uma postura passiva.

É como se o processo dependesse apenas do professor e estivesse restrito à sala de aula e ao cumprimento das tarefas de casa exatamente como solicitadas, sem que o aluno se sinta na “obrigação” de pesquisar mais a fundo ou se preparar para os assuntos a serem discutidos nas próximas aulas. Na minha opinião essa é uma postura simplista, seja no presencial ou na EaD.

Depende do aluno o grau de conhecimento do qual se apropriará. O professor é um guia, uma valiosa fonte cujo conhecimento o aluno se apropriará em maior ou menor escala, dependendo de seu interesse e não o único responsável pelo desenvolvimento do aluno. Já tive excelentes professores e já tive professores medíocres, porém, nunca deixei de apreender este ou aquele conhecimento em função exclusiva da performance do professor, pois se trata da minha formação e não da dele(a). É claro que os bons mestres nos instigam mais porque conquistam o nosso respeito, e os maus... bem, os maus, pelo menos sob o meu ponto de vista, deveriam procurar uma nova profissão... ;-)

3. Na sua opinião, o que você acha que muda ao mudarmos o espaço e o tempo no qual acontecem os processos de ensino e aprendizagem? Será que os papéis do professor e do aluno sofrem alguma mudança?

Bem, como já exposto, tenho minha própria ótica acerca dos papéis dos alunos e dos professores. Chamo a responsabilidade sobre o meu desenvolvimento para mim, não assumo uma postura passiva. Dessa forma, a mudança do espaço e tempo no processo de ensino não altera de forma negativa a minha aprendizagem, ao contrário, a EaD traz inúmeras vantagens para o meu estilo.